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O livro "Voando de Parapente"
do instrutor Silvio Ambrosini - Sivuca
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O Livro "Voando de Parapente" é um
indispensável guia para todos os níveis de pilotos do esporte, tanto
aqueles que estão iniciando, quanto os mais experientes e inclusive
instrutores. O Sivuca escreve de forma muito bem humorada e leve,
dosando suavemente técnica e pequenos e divertidos relatos (causos) do
vôo livre. Uma leitura até mesmo para quem não voa.
Resumo (bem resumido) dos assuntos tratados:
- O equipamento
- Uma pincelada na história do esporte
- O que esperar do aprendizado - a evolução do
curso
- Os primeiros voos
- Técnicas para facilitação do aprendizado
- Fundamentos de meteorologia,
micrometeorologia, aerologia e aerodinâmica
- Pilotagem ativa e segurança
- Técnicas de voo de longa distância - Cross
Country
- Manobras extremas
- Um pequeno manual do instrutor
Mergulhar nas páginas
deste livro significa entrar num universo apenas possível para
quem viveu por anos e anos em intenso contato com tudo o que o
vôo de parapente pode proporcionar.
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ISBN 978-8534802890-5
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Formulário de compra
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Seja como guia para iniciantes, perfeitamente adequado como
material didático principal de escola, ou a partir da arte de
compreender os mecanismos das térmicas, passando pelas técnicas
de cross country e competição, escrutinando a meteorologia e a
aerodinâmica; seja estudando detalhadamente a mecânica de
movimentos pendulares, passando pelo mundo da acrobacia e dos
cursos SIV; seja explorando os detalhes de uma narrativa que
começa com uma breve história do esporte, os primeiros vôos do feliz iniciante e
navega até técnicas mais avançadas, inclusive para pilotos de vôo duplo e
instrutores, Sivuca sempre convida o leitor a uma visão clara, desmistificada,
direta e bem humorada do parapente.
Entremeados por divertidos “causos do vôo”,
onde amigos relatam historietas dos mais diversos tipos, que
sempre nos trazem algum ensinamento, os capítulos fluem
despreocupadamente convidando-nos a buscar a próxima página.
Este livro não ensinará você a voar, mas
lhe dará uma ótima dimensão do que se passa pela cabeça de um
voador que sabe dosar ousadia com segurança, desenvolvimento da
personalidade de voador, com o convívio no grupo, sentimento com
técnica.
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Agradeço a
todos os amigos que me apoiaram na edição do livro, em especial
ao Cainã, que produziu o livro e à Sol Paragliders que nos deu um
importante apoio.
Os grandes amigos abaixo, escreveram depoimentos também, leia e
veja a opinião deles. São grandes pilotos e formadores de
opinião no nosso esporte.
Logo abaixo, coloquei um comentário meu também.
Sivuca
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Parabéns ao Sivuca por tantos
anos de experiência, sempre trazendo lucidez, rompendo paradigmas
e quebrando mitos do vôo de parapente.
Frank Brown - hepta-campeão brasileiro.
Campeão Americano 2007
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Frank Brown é um piloto incrível, ele é um exemplo de
organização, de administração do próprio crescimento. Creio que se
Frank fosse um empresário, o faria com inigualável sucesso. Não por
conta de lucros, deus do céu.. nada disso.. Frank administra com
maestria o que é mais difícil de se administrar: a si mesmo.

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Nosso esporte é cheio de profundidade e complexidades. Fico muito
feliz em saber que meu velho amigo Sivuca divide sua paixão pelo
esporte nestas páginas que muito nos ensinam./x-tad-smaller>/color>
/x-tad-smaller>
Bruce Goldsmith - Campeão Mundial de Parapente - 2007 |
Em 2000, participei
de uma etapa do Brasileiro em Andradas... estava afiadinho naquela
época, terminei em segundo lugar. Foi minha melhor colocação em um
campeonato brasileiro, pois valeu como primeiro, pois o cara que
chegou na minha frente era gringo... adivinhem quem era?
Bruce já foi campeão mundial de asa e de parapente também, muitos
anos antes. Quem não viu o vídeo Instability?

/x-tad-smaller>/color>
/x-tad-smaller>
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Ministrar cursos SIV no Brasil com pessoas como o Sivuca, que
conhecem o "feeling" dos movimentos pendulares foi um grande
momento de minha vida.
Harry Buntz - Piloto de testes do DHV e piloto de competições,
vencedor do PWC. |
Harry esteve no
Brasil em 96. Fui o intérprete oficial de seu SIV e acabei
aprendendo um monte de coisas com ele. É do Harry a frase
empírico-motivacional nº1 do meu repertório "vá lá e experimente!"

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" Grande Sivuca !
Conheci o Sivuca no Campeonato Brasileiro de Andradas, em 1995. Em
uma térmica de rotor, me passa um piloto tomando umas fechadas,
rindo e achando bom, com uma biruta colorida amarrada atrás da
selete. Pensei comigo: Que "ser" diferente e estranho é esse? Acho
que ele é meio doido, não ?
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Mal sabia que eu também era diferente, meio estranho e esquisito,
pois estava começando a voar naquela época, e ainda não tinha me
dado conta de que todos nós, voadores, somos diferentes, especiais
e talvez estranhos para os olhos dos "normais".
Sivuca é assim, espontâneo, sincero e voa muito. Figura folclórica
e importante no cenário do nosso esporte. Já contribuiu muito para
engrandecê-lo. Este livro é a prova de que ele ainda não se cansou
e continua a me surpreender.
Foi uns dos primeiros pilotos a fazer manobras e acrobacias no
Brasil.
Autodidata, pois não tinha quem ensinasse naquela época,
sobreviveu com muita bagagem e com sua humildade, nos repassa suas
experiências, o que faz com muita destreza.
Considero-o um dos mais didáticos instrutores de parapente do
País, portanto este livro só vem a acrescentar e a engrandecer
nossa "cultura aeroplana".
Obrigado por nos dar a chance de aprender mais .
Parabéns pelo seu trabalho."
André Fleury - 7 Recordes Mundiais./x-tad-smaller>/color>
Uau, o que dizer
do Fleury? Um grande amigo? Alguém em quem se pode confiar 24
horas por dia? O cara que está na capa de meu livro? Mas isso ajuda alguma coisa pra fazer propaganda do
homem? rsrs... Ah, vou contar uma historinha... O Fleury sempre
foi conhecido pela sua incrível capacidade de voar baixo... de
literalmente boiar sobre o chão, gente, o cara levita!! Pois num
campeonato em Cambuquira há muitos anos eu estava sobrevoando a
cidade ridiculamente baixo... muito mais baixo que é saudável
voar... mas era campeonato, sabe como é... aí pensei: "nossa,
desta vez voei mais baixo que o Fleury... aí olhei pra baixo e
quem passa mais embaixo?

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É
o livro de quem faz história em anos nesta atividade, oferecendo
para a gente o que ele sabe.
Quando falamos de
vôo livre, desmontamos a terminologia em dois significados de
extrema profundidade. O vôo, talvez o desejo mais primitivo do ser
humano; livre: liberdade, uma condição básica e elementar.
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Se bem que a
atividade "é", por si mesma, não podemos dissocia-la dos seres
humanos e reconhecer naqueles que a vivem todos os dias, uma
condição difícil de interpretar, de reconhecer através dos
parâmetros habituais.
Temos aqui, uma pessoa que numa primeira instância, "vive" o vôo
livre dia a dia, cada minuto, mesmo sem estar no ar... ele o
vive.
Aqui, uma tentativa a mais, de sua vontade, de dar-se a conhecer
e transmitir suas experiências, seus pontos de vista dos
acontecimentos.
Ele chegou até onde poucos puderam e poderão faze-lo, seu lugar
indiscutível de lider, pioneiro da acrobacia e da instrução de
parapente no Brasil.
Sivuca traz consigo, audácia e expõe com um sutil desafio,
tentando despertar novas formas de interpretação; tem talento
crítico sobre si mesmo, o que lhe dá espaço, ou autoridade para
rebater qualquer argumentação de onde quer que esta surja.
Silvio "Sivuca" Ambrosini submergiu completamente no vôo mais
livre, o Parapente. E nos convida uma vez mais, como vem fazendo
desde sempre, a compartilhar suas experiências, simplesmente da
forma como as vive, tão fácil de entender para ele, como tão
distante para o ser comum. Talvez por isto, quem compartilha
isto, não pára de acreditar na magnitude do que ele deixa em seu
caminho.
Pablo Lopez - Piloto de
competições, instrutor e membro da Equipe SAT /x-tad-smaller>/color>
Um dia me
colocaram sentado diante de um vídeo de uma tal equipe SAT... era
"Travessia de uma nova era". Eles eram visionários, eu não tinha
entendido direito até que alguém fazia um SAT. Realmente o nome do
filme retrata o que aconteceu, a acrobacia em parapente nunca mais
foi a mesma depois que aqueles caras inventaram o tal do SAT...
Pablo fazia parte do time. Conheci-o mais tarde e fiquei
impressionado com sua sobriedade, com sua visão, com a
simplicidade com que escrutinava os movimentos da acrobacia.
Cheguei a ficar assustado por encontrar alguém com quem eu me
entendia inteiramente, então havia alguém no vôo que pensava
idéias parecidas com as minhas e isto era muito emocionante... e
ainda por cima, o cara era famoso pra caralho!! Então era
verdade!! Pablo era a confirmação de que eu não estava louco!!.

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"
Creio ter sido Charles
Lindberg que afirmou que o homem só se realiza verdadeiramente
na sua profissão quando se dedica a ensiná-la.
O Silvio, além de piloto
excepcional e um estudioso-pesquisador do vôo de parapente, se
dedica, quase que religiosamente, ao ensino dessa nossa arte de
voar. E o faz de forma irretocável, o que certamente já o torna
um profissional realizado com aquele sentimento gostoso e
gratificante de dever bem cumprido. Agora, ao colocar no papel
todo seu conhecimento e experiência, engrandece, ainda mais, o
seu currículo, prestando-nos um serviço inestimável que se
inscreverá de modo indelével nos anais deste belo esporte."
Paulo J. Pinto - piloto e instrutor de parapente; oficial da força aérea brasileira.
Autor do livro
MAPIL.
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Paulo é um homem
incrivelmente disciplinado e trouxe a estrutura de ensino que rola
no meio militar para dentro da loucura que é o parapente. Paulo
forma pilotos na mais pura acepção da palavra.

O trabalho que /x-tad-smaller> /x-tad-smaller>/color>o
Mega Sivuca/x-tad-smaller> /x-tad-smaller>/color>tem
desenvolvido para o vôo/x-tad-smaller>,/x-tad-smaller> é mais do que importante/x-tad-smaller>/color>,/x-tad-smaller> /x-tad-smaller>/color>
é fundamental com base a formação completa do piloto, desde o
básico passando pelo avançado, /x-tad-smaller>/x-tad-smaller>/color>SIV/x-tad-smaller> /x-tad-smaller>/color>
e por final acro.
Ruy Marra- Bi-campeão Brasileiro - 1º Piloto a voar em um parapente no brasil.
O Ruy é um exemplo
a se seguir, um cara que foi capaz de transformar o ato de voar em
empreendimento. Uma pessoa de perfil baixo, mas sempre
absolutamente presente.

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O Sivuca é um dos caras que eu mais admiro no vôo livre
brasileiro. Piloto polivalente, é capaz de matar uma prova do
Brasileiro num dia, e no mesmo dia fazer um voozinho e mandar
altos tumblings. De um senso de humor incrível, tem histórias
pra contar que fazem qualquer um rolar de rir. Do outro lado,
um grande instrutor de parapente, capaz de fazer uma ostra
entender a diferença entre vento aparente e estol assimétrico.
Grande abraço Sivuca, que teu caminho seja sempre repleto de
sucesso, realizações e felicidade!
Fabio Fava /x-tad-smaller>/fontfamily>- piloto de competição
Acro |
Taí um realizador.
Fabio Deus (ele odeia que o chamem assim...), mas o que fazer?
quem faz muito bem feito aquilo que se propõe a fazer não tem um
algo mais? Esse cara tem! Esse é Fabio Fava!

Confesso que
quando recebi o convite do meu amigo Sivuca para escrever
este preâmbulo a emoção me pegou.
Fiquei sem saber qual o foco daria, se me dedicaria a testemunhar
a incrível pessoa que é o Sivuca ou ao seu sério trabalho atestado
por este competente livro.
Meditando cheguei a conclusão que faria os dois, pois a seriedade
do seu trabalho é fruto da pessoa incrível que ele é; são
indissociáveis.
Todo esporte de aventura surge da utilização de novos equipamentos
e suas técnicas são desenvolvidas com os erros e acertos das
experimentações dos que primeiro se enveredam em suas aventuras.
Aos poucos a
ciência vai esclarecendo a prática e com isso se desenvolve a
técnica, que acima de tudo serve para mostrar o caminho seguro
para os que vêm depois.
No Parapente a situação não foi diferente, há alguns anos vários
comportamentos do equipamento não eram compreendidos e estavam
envoltos em mistérios, como se forças incompreensíveis atuassem de
forma indecifrável.
O Sivuca foi
deste tempo e ainda me lembro de algumas das suas peripécias, que
na época ficaram bastante famosas.
O Parapente
evoluiu, felizmente deixou de ser restrito ao seu grupo inicial e
a técnica se desenvolveu como forma de evitar que os novatos
tenham de experimentar os erros do passado para conhecerem qual é
o caminho da prática esportiva segura.
A colaboração
do Sivuca para o aprimoramento do Parapente brasileiro é marcante,
sempre esteve compromissado com sua evolução. Este livro é a
materialização desse compromisso e acima de tudo uma enorme
contribuição para o desenvolvimento em bases seguras do Parapente
em nosso país.
Aos que lerem
as páginas aqui escritas tenham plena certeza de que elas são
frutos da larga experiência prática e conhecimento teórico
absorvidos no decorrer dos anos por este grande mestre do
parapente brasileiro.
Ao amigo e
companheiro de luta da virada da página do amadorismo do parapente
brasileiro meus parabéns por mais esta contribuição á segurança do
nosso maravilhoso esporte.
Cláudio Consolo - Presidente Associação Brasileira de Parapente Secretário Geral FAI Brasil Diretor do Aeroclube Brasileiro
Claudio é o cara
que libertou o vôo de parapente das garras da opressão... que
engraçado né? parece uma frase exagerada, mas como descrever a
trajetória deste cara à frente da associação brasileira de
parapente? Eu estava lá, de pertinho, vendo tudo acontecer. Eu não
estava só lendo mensagens na lista.. eu vi com estes olhos e juro
a vocês, o que o CC realizou ninguém conseguiria.

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SOBRE O SIVUCA
O autor desta obra, nosso irmão Sivuca, presenteou-me com a
oportunidade, e ao mesmo tempo dificuldade, de fazer uso de
algumas palavras para indicarem alguém que está além delas. Cá
estou, ao som festivo de Deep Forest, sintonizando o meu ser para
tentar, em vão, expressar um pouquinho da minha percepção deste
ser incrível, chamado aqui na Terra de Silvio Carlos Ambrosini.
Como um dedo que simplesmente aponta a beleza de uma paisagem, mas
que não se confunde com ela, estas palavras serão simplesmente uma
seta indicativa para a paisagem que o nosso mestre Sivuca
representa para o vôo, mais do que isso, para a vida. |
Falar de suas
conquistas no âmbito do vôo, que vão de lideranças conquistadas em
competições, passando pelos primeiros feitos acrobáticos a
bordo de um parapente no Brasil, até culminar na sua, “tardia” -
por isso muito madura – autoria deste livro, é falar da
superficialidade do Sivuca no vôo, na vida.
Por isso parece-me mais justo falar das conquistas que esse cara
realizou e vem realizando dentro de mim, e dentro de cada um dos
pilotos e seres vivos que com ele estiveram, estão e estarão, seja
por conta de sua mestria na instrução, seja por conta,
“simplesmente”, de seu magnetismo e vibração como ser humano, como
ser cósmico.
Não somente o puxar e soltar de batoques do meu parapente tem
fortes influências da sabedoria do meu irmão e mestre Sivuca.
Muito além disso, puxo e solto os batoques da minha vida
influenciado por ele também, sem contar o que levarei de seus
ensinamentos para o meu “vôo mais alto”, para além dessa
existência mundana. Aqueles que já estiveram pessoalmente com ele,
sentem, consciente, ou inconscientemente, a fragrância que estas
palavras, como pequenos frascos de perfume, tentam exalar.
Aqueles que ainda não estiveram na presença física do Sivuca,
sugiro que, pelo menos, aproximem-se dele através da leitura desta
obra, e que não se limitem a isso, mas que o conheçam
pessoalmente, e que bebam diretamente do seu ser.
Agradeço ao Sivuca e ao editor desta obra, Cainã, a oportunidade
impar de participar, agora desta forma, de suas realizações aqui
neste fantástico planeta Terra.
Kurt W.Stoeterau - instrutor e autor do livro Voando com Ciência,
Voando com Consciência.
Um dia estava
batendo papo com o Kurt e começamos a conversar sobre pêndulos.
Ele era piloto de asa ainda, tinha começado a fazer seus primeiros
vôos de parapente e as minhas idéias sobre pêndulos o
surpreenderam. Imediatamente Kurt absorveu aqueles conceitos e
despontou no parapente de maneira assustadoramente meteórica. Mas
o que mais me surpreendia, era o espírito empírico do Kurt. Ele
passava horas e horas voando e fazendo mil experiências com o
parapente. Ele foi capaz de aprender em meses o que eu levei
muitos anos e me surpreende a cada dia.
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